sexta-feira, 26 de abril de 2013

Vida
Não é fácil acreditar no amor
Saudades do seu rosto e carinho
É preciso sentir o seu calor
Há muitos obstáculos no caminho
 
Nunca desistir sempre acreditar
Sempre sonhar com o nosso futuro
Nunca ficar sozinhos, imaginar
Nosso futuro é como um tesouro
 
Vamos é viver, vamos vadiar
A vida é curta vamos correr
Vou viver, cantar e acreditar
É sempre preciso saber viver.
 
Autora: Eduarda Costa

quinta-feira, 25 de abril de 2013

 
A tristeza de ficar só
Não quero mais ficar na solidão,
Nas pedras do caminho, estou sozinho,
Na escuridão, eu peço seu perdão,
Pelo triste caminho, encontro espinhos.
Na triste porta da vida, há esperança,
O ódio roe as veias do coração,
E você me lança uma triste lembrança,
Seu olhar enche meu coração de emoção.
 
Quanto eu te vejo, perco o desejo,
Quando eu te olho, eu não te vejo passar,
Quando te encontro, penso no seu beijo
Quero amar sempre você, meu amor.
 
Você se foi e me deixou aqui só,
Quero te ver em cada vão olhar,
Você é doce como este pão de ló,
Lembrar de você, e nunca mais esquecer.
Quero te cheirar e lembrar de nós,
Da doce vida que sempre tivemos,
Dos momentos bons que tivemos sós.
 
Autora: Greice
Sexta-Feira

Hoje eu acordei alegre a cantar
No colégio não preciso estar
Para mim sexta é sempre especial
Vou pra casa o que levanta o meu astral

Mesmo assim quero permanecer
Não consigo minha cabeça entender
Porque aqui tudo é tão interessante
Minha vida esta tão mais intrigante

Penso que no caminho certo estou
Para entender o sentido da vida
que é ser feliz do jeito como eu sou.

Autora: Vitória
Esperança

Mágoas levadas pelo vento
Eu nunca cansarei de acreditar
Que um dia em algum pensamento
Eu vá conseguir parar de chorar

Com esse tempo vou me chateando
Mas precisarei ter mais vontade
Para não prosseguir me desabando
Não feliz,essa é a realidade

Sinto-me alegre quando vejo você
Um dia voltaremos a nos ver.

Autor: Vinícius
Palavras de Tinta

Olho em volta buscando inspiração
Catando na vida o que escrever
Até que encontro uma enorme emoção
Palavras começam a escorrer.

Como um pintor com a sua simples tela
Eu faço de rabiscos a minha arte
E com as minhas palavras, pinto ela.

O que antes escorria toma forma
Mexe, gira e cobre todo o papel
É a alma de poeta que me torna
Um pintor de palavras nesse céu.

Autora: Sophia
MENDIGO!

Encontrei um mendigo vendendo esmola
Estava sentado em uma cadeira
Ficava grudada numa gaiola
Por sua vez estava presa na terra
Ele tinha um fedor horrível de esterco
Gritava sempre para min,liberta
Precisava de um ótimo conserto
Eu queria mais que tudo ajudar
Mas ele não queria se molhar.

Autor: Renan
Feiura

Você é muito feia como espinha
Você fede mais do que esterco podre
talvez eu penso em deixar-te sozinha
Como foi que tanto esterco aqui coube

Quero pela janela te jogar
Te espatifar na terra com carinho
No chão irei logo te derrubar
Te ponho no chão para dar beijinho
Ninguem nunca vai querer te ganhar
Você deve ter um rosto feinho.

Autor: Nícolas
E o vento levou...

Minha vida é aquele grande barco
Quando canto pareço com um hiate
Mas olho e me sinto um estranho arco
Não sobrevivo com tanto contraste

Me comparo com estes caminhões
São tantos pelas ruas da avenida
Meu coração só tem desilusões
Meu pensamento é como uma lombriga.

Agora, me sinto assim tão sozinho
Neste imenso e triste vale de lágrimas
Não consigo andar pelo meu caminho
Volte hoje pelo som destas rimas.

Autora: Luana
Desejo da luz

Andando por ruas inexistentes,
Fico caminhando sem nem pensar,
Vão muito além de mim, distantes,
Continuo sem nem mesmo parar.
Quando finalmente você eu vejo,
Seu medo enfraquece, me consome,
Por ti sinto um enorme desejo,
Meu medo vira dor quando tu some.
Você vai embora,mas sempre volta,
A noite permaneço esperando,
É o meu amor que não me solta,
E a lua que vai sempre acompanhando.

Autora: Laura
Comida

Gosto tanto de comer chocolate
Não há coisa que me faz mais feliz
Quem não me apetece, o mandolate
Mas para o alcaçus eu peço bis

Quero comer um sorvete grandão,
Mergulhar num prato de macarrão
E passar o dia comendo pão

Adoro qndo mamãe faz lasanha
Nunca recuso nenhum alimento
Não posso comer assim tanta banha
Ser gordo é a sensação do momento.

Autora: Júlia
Leituda !

Sua rejeição sempre me faz chorar
Por causa de você pareço triste
Mas com você ainda vou sonhar
Leituda como você não existe
És tão gorda que toquei uma lança
Tão burra, nem sabe acender luz
Terrível sua orelha com pus
Abominável com sua pança
És muito feia que virei um gelo
Possui um horripilante fedor.

Autor: João
Ser adolescente

Muito feliz é a vida de criança
Não há nada com que se preocupar
só há brinquedos, sonhos e esperança
Enquanto nós só queremos escapar

Para nós, tudo está diferente
Há muitas coisas para descobrir
Parece que ninguém entende a gente
Quase vemos nossa vida ruir

Na cabeça as coisas acontecem
Só servem para confundir a mente
E então, os novos pensamentos crescem
E você não sabe mais o que sente.

Autora: Isabela
Selvagem

Este é um animal muito selvagem.
Está perigosamente sedento.
Está correndo nesta paisagem.
Mas olha que pena! Como está lento.

Só que ele não poderá desistir.
Mas ele corre e então a presa escapa.
Será que ele conseguirá persistir?
Ele a mata aqui, nessa linda escarpa.

Porém sua vida irá continuar.
Só que ele ficará sempre sozinho.
Geralmente conseguirá sonhar,
E terá várias chances no caminho.

Autora: Gabriele
Vaqueira

Você é grande como um caminhão
Te encontrei urinando atrás do arbusto
Você é tão redonda quanto um pão
Vi sua barriga e levei um susto

Tu és tão burra quanto uma jumenta
Seu nariz parece um leitão
Você estava muito fedorenta
Soltando gás que nem um butijão

Você tem chifres igual uma rena
Era uma leiteira, como uma vaca
Meu único sentimento foi pena
Dessa vez não tem jeito, não me escapa.

Autora: Eduarda Gregory
Tudo para mim
A melhor parte de mim te dedico
Te chamo até gastar as cordas vocais
Quero acordar-te todo o amanhecer
Meu amor é contas fracionais

Cresci bem aqui dentro de mim esse sentimento
Deixa brilho no meu amor luminoso
Na cabeça gira esse pensamento
Preciso de teu abraço carinhoso

Considero você, é tudo para mim
Te amo para sempre, oh minha flor
É a flor preferida de Jasmim
Tu dá tonalidade á minha cor.

Autora: Bianca
Escola
Estou na minha humilde residência
Vou procurar pela minha mochila
Não me preocupo com a aparência
Acordo parecendo um gorila

Vou de charrete para a escola
Vejo todo dia a faxineira
Ela parece com uma acerola
Deve ser baita de uma leiteira

Caminhei até a minha sala de aula
Fui para a melhor parte o intervalo
Aquela escola virou uma jaula
Saí de lá andando com cavalo

Autor: Augusto
Reflexos

Hoje me sinto muito diferente
Percebe-se que o inverno chegou
É como se tudo estive-se ardente
A primeira chama me iluminou

O fogo na lareira crepita
As cobertas me protegem do frio
O que me resta é só uma tulipa
Brilhando do outro lado deste rio

A neve cai levemente lá fora
O vento que sopra, e as folhas se vão
Finalmente chegou a minha hora.

Autor: Ariel
Antes de te conhecer

Antes de te conhecer era sozinha
Era triste até que te conheci
Eu era pobre, infeliz e coitadinha
Você me amou e eu adormeci

Fiquei com muito frio, me congelei
Choro por ti, mas prefiro sonhar
E no teu amor eu me sufoquei
Mas agora eu preciso caminhar

Pela gente carregaria uma cruz
E o teu carinho, encontro lá no fundo
Você é meu chão, meu sol, minha luz
Para sempre você é o meu mundo.

Autora: Amanda
Cama

Sempre te imagino em um grande trono
Ai meu Deus como é bom sonhar
Mas você sempre atrapalha meu sono
Só penso em você antes de deitar

Queria levá-la em minha mochila
Você existe até para cachorro
Se não te tenho afundo na tequila
Bate inclusive o invensivel Zorro

De uma linda e refinada madeira
Com o colchão de algodão como nuvem
Não existe nenhuma mais perfeita.

Autora: Adriane

O blog

Este blog é composto por poemas com versos decassílabos, produzidos pela turma 172 do Colégio Martin Luther.
Você sabe o que é um verso decassílabo?
Existem dois tipos de decassílabo: lírico e heroico.
São versos com dez sílabas poéticas. O lírico tem acento nas sílabas 4, 8 e 10, enquanto o heroico, nas sílabas 6 e 10.
Sílaba poética é um turno de som. Diferentemente das sílabas gramaticais, a sílaba poética é contada em relação ao verso, como se o verso inteiro fosse uma palavra. Por isso, palavras que terminam em vogal têm sua última sílaba "misturada" à primeira sílaba de uma palavra que inicia com som vocálico (mas isso ocorre somente quando é possível pronunciar as vogais juntas, em uma única sílaba). Ex.: A mor é fo go quear de sem se ver. O quear é uma sílaba só. O mesmo acontece em: Se lá noas sen toe té reoon de su bis te.
Na contagem portuguesa, o verso acaba na última sílaba tônica. Ex.: De tu doao meu a mor se rei a ten to. Contamos apenas até o ten, que é a última sílaba tônica do verso.